Deic prende dupla e recupera 875 testes para Covid-19

DE SÃO PAULO – A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), prenderam dois homens pela comercialização de testes rápidos para a detecção da Covid-19. As detenções aconteceram nesta segunda-feira (13/04), em dois locais na zona leste da Capital. Os esquema foi descoberto por agentes da 2ª Delegacia de Investigações sobre Roubo e Furto de Cargas, da Divisão de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículo e Cargas (Divecar). A equipe detectou negociações para a comercialização de testes furtados na última quarta-feira (08/04), no terminal de cargas do Aeroporto Internacional André Franco Montoro, em Cumbica, Guarulhos, Região Metropolitana de São Paulo. A transação acontecia na Rua Cantagalo, no Tatuapé. O homem responsável pelo comércio dos kits foi identificado e detido. Com ele foi encontrada uma caixa contendo 25 unidades do teste. Questionado, o suspeito indicou onde havia adquirido o material. A equipe se deslocou ao local indicado – uma residência na ra Vitoantonio Del Vecchi, no Parque da Mooca. O morador do imóvel foi preso, após os policiais encontrarem outras 34 caixas contendo testes rápidos. Na ação também foram recolhidos R$ 6.800 em dinheiro. Ao todo, os trabalhos da equipe permitiram recuperar 875 kits, que eram oferecidos pelos criminosos por um preço de R$ 250 a unidade. Os dois homens foram autuados por receptação qualificada. =&0=&

Outras prisões

No último sábado (11/04), 14 pessoas foram presas pela Polícia Civil pelo furto de tetes do Covid-19, ocorrido no aeroporto. As detenções aconteceram no bairro do Ipiranga, na zona sul de São Paulo. Na ação, 15 caixas com 14.500 kits e 435 caixas de máscaras descartáveis contendo 2.175,000 unidades foram localizadas. Também foram recolhidas ferramentas, dinheiro e armas. Apontado como chefe da quadrilha, o chinês Marcos Zheng, cujo nome verdadeiro é Zheng Xiao Yun, esteve com os prefeitos de Mogi das Cruzes, Marcus Melo e o de Suzano, Rodrigo Ashiuchi, em abrl de 2019, quando trouxe supostos empresários para investirem no Alto Tietê. Antes, em setembro de 2018, ele recepcionou a comitiva da região na China. Foto: Arquivo

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