Suposto 3º integrante do Massacre na Raul Brasil é ouvido pelo MP, que não vê indícios de crime, e é liberado. Polícia pensa diferente

 

Embora a Polícia Civil queira ele apreendido, MP diz que não há provas contra adolescente e ele foi liberado. Mas ele segue sendo investigado

 

PAULO QUARESMA – DO CORREIO INDEPENDENTE  – O jovem de 17 anos, que era suspeito de ser um terceiro participante do planejamento e organização do ataque na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na manhã da última quarta-feira, já foi liberado. Ele foi ouvido por um promotor do Ministério Público, Rafael do Val, no Fórum do município. Val foi nomeado pela Procuradoria-geral de Justiça para a investigação e responsável pela Promotoria de Infância e Juventude de Suzano.

 

Segundo o MP, a oitiva foi informal, procedimento administrativo em que um adolescente suspeito de um delito é ouvido por um promotor de Justiça.

 

O depoimento começou às 11h da manhã desta sexta-feira (15/03) e durou cerca de duas horas. Depois de negar qualquer tipo de participação no ataque feito na escola pelos amigos, o jovem saiu pela porta dos fundos, e uma equipe da Record TV flagrou sua saída. (veja reprodução abaixo).

 

Segundo informações da assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, ao final do depoimento, o MP não ofereceu denúncia, não acatou o pedido feito pela polícia e o adolescente saiu do Fórum em companhia da mãe e de integrantes do Conselho Tutelar suzanense.

 

 

O promotor Rafael do Val justificou sua decisão. “A posição do Ministério Público é cautelosa. Entendemos a comoção popular, mas precisamos ter cautela para não fazer uma caça às bruxas e entregar a cabeça de um inocente. Eu preciso de um pouco mais.”  No depoimento, não foram constatados indícios suficientes e foram requisitadas diligências complementares por parte das autoridades policiais para, posteriormente, se for o caso, pedir a internação do adolescente, como determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

 

Como antecipou o CORREIO INDEPENDENTE, a previsão é de que ele seria ouvido também pela juíza da Vara de Infância e Juventude Érica Marcelina Cruz, que na noite desta quinta-feira (14/03), atendendo a um pedido da Polícia Civil, determinou sua apreensão, e deu como prazo esta sexta-feira.

 

Na manhã desta sexta-feira (15/03), de posse de um mandado de busca e apreensão, policiais militares fizeram diligências e foram até a casa do adolescente e o levaram ao Fórum, e por ser menor de idade, foi acompanhado da mãe.

 

Havia suspeita de ele ter participação no ataque feito por seus amigos de escola, Guilherme Taucci Monteiro, que foi o atirador, e Luiz Henrique de Castro, que na manhã da última quarta-feira (13/03) mataram o dono de uma locadora de veículos (tio de Guilherme) e depois, em um carro alugado, foram até a Escola Estadual Raul Brasil e mataram outras sete pessoas – cinco estudantes e duas funcionárias do estabelecimento. Ao se verem acuados, Guilherme teria atirado no companheiro de crime e depois se matado. Essa é a hipótese que a polícia trabalha, até que todo o trabalho de perícia termine. (leia tudo sobre o ataque no fim do texto)

 

 

Não há informação, até o presente momento, se ele voltará a ser ouvido. A identidade do jovem não foi fornecida. Vale lembrar que em razão das determinações do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), o processo tramita em segredo de Justiça.

 

Veja, abaixo, o que foi publicado nas últimas horas sobre as investigações, que prosseguem.

 

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Juíza determina apreensão de jovem, que seria o terceiro integrante do Massacre da Raul Brasil

 

PAULO QUARESMA – DO CORREIO INDEPENDENTE – A juíza Érica Marcelina Cruz, da 1ª Vara Criminal de Suzano, que também acumula a Vara da Infância e Juventude, atendendo a um pedido da Polícia Civil, determinou na noite desta quinta-feira (14/03) a apreensão do adolescente de 17 anos, que seria o terceiro participante na organização e planejamento do massacre da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na manhã da última quarta-feira (13/03). O ataque culminou na morte de seis estudantes, duas funcionárias da escola, de um tio de um dos criminosos e eles próprios – um adolescente e um adulto – que praticaram o ato terrorista.

 

Esse terceiro jovem se apresentou ao Fórum de Suzano por volta das 11h desta sexta-feira (15/03), logo após ter feito exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) da cidade. Esse foi o prazo que a juíza Érica deu à família do adolescente – que já havia sido ouvido pela Polícia Civil no dia do ataque à escola.

 

Ele teria participado do planejamento e organização do ataque, que foi feito por Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, que foi o atirador, e Luiz Henrique de Castro, de 25, que completaria 26 anos neste sábado (16/03) – e que mutilou mortos e feridos no ataque com uma espécie de machadinha.

 

Essa terceira pessoa, de acordo com a polícia, também é ex-aluno da Raul Brasil, e foi colega de classe de Guilherme, um dos assassinos.

 

O CORREIO INDEPENDENTE já havia noticiado desde o final da quarta-feira (13/03) que havia essa terceira pessoa suspeita (leia mais abaixo), e mais, que ainda não está descartada a participação de uma quarta pessoa participante da organização do massacre na escola, cujo apelido é Leco. Ele pode ser apenas amigo dos jovens que praticaram o ataque, mas tudo ainda será investigado.

 

Nos últimos dias, equipes policiais realizaram diligências nas residências dos autores e em uma lan house, onde os jovens costumavam se encontrar, e  apreenderam diversos objetos entre computadores, tablets e anotações, que auxiliarão nas buscas pela motivação do crime. Até o momento, 17 testemunhas foram ouvidas, podendo ser chamadas novamente para prestarem depoimento ao longo das investigações.

 

No final da tarde da quinta-feira (14/03), em entrevista coletiva na Sede da Delegacia Geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo, o delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes afirmou que já tinha feito um pedido à Justiça, para apreensão desse adolescente, e que aguardava uma decisão da Vara da Infância e Juventude, que saiu na noite desta quarta (14/03) e foi cumprida na manhã desta quinta (15/03).

 

Além do delegado-geral, ainda participaram da entrevista coletiva o secretário executivo da Segurança Pública  Youssef Abou Chahin, o diretor do Demacro, Luís Augusto Castilho Storni, a delegada de Polícia respondendo pela Delegacia Seccional de Mogi, Kelly Cristina Sacchetto Cesar de Andrade e o delegado Titular da Delegacia de Suzano, Alexandre Henrique Augusto Dias.

 

De acordo com o delegado,  já havia indícios suficientes da participação dele, que seria quem adquiriu vários produtos e equipamentos utilizados pelos dois que fizeram o ataque à escola e depois morreram.

 

Quem informou à polícia sobre essa pessoa foi o proprietário do estacionamento onde o carro alugado dia 21 de fevereiro – e que deveria ser entregue nesta sexta-feira (15/03) – e que foi usado pela dupla terrorista, que mostrou as imagens de câmeras de monitoramento do local aos policiais.

 

Na entrevista coletiva desta quinta-feira, com todas as letras, o delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, revelou que a polícia já sabe que o crime estava sendo planejado ao menos desde novembro e as conversas entre os comparsas ocorriam principalmente de forma presencial, já que moravam perto um do outro.

 

Pessoas que conviviam com os atiradores disseram à polícia que já tinham ouvido deles referência ao ataque da escola Columbine, nos Estados Unidos, que deixou 13 mortos e 24 feridos em abril de 1999. “Eles não se sentiam reconhecidos, queriam demonstrar que poderiam agir como nos EUA, com crueldade e com um caráter trágico para que fossem mais reconhecidos do que eles. Queriam fazer o maior número de vítimas”, disse o delegado-geral. “Quem ouviu eles falando sobre isso ou não levou a sério ou ficou com medo”, complementou.

 

Ainda segundo o delegado-feral, até o momento é uma “presunção” de que um dos assassinos tenha atirado no outro e depois se suicidado. A conclusão sobre a morte dos assassinos depende ainda de informações que serão trazidas pela perícia.

 

 

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Grupo de Combate ao Crime Organizado do MP vai investigar o ataque em Suzano

 

O Ministério Público e São Paulo vai investigar em que circunstâncias ocorreram as dez mortes no ataque a Escola Estadual Raul Brasil, na última quarta-feira (13/03), por intermédio da trabalho do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). O Procedimento Investigatório Criminal (PIC) foi instaurado por portaria no dia do ataque.

 

A linha central do Gaeco e apurar possível existência de organização criminosa que tenha colaborado para eventual cometimento de crimes relacionados a terrorismo doméstico, como apontam os primeiros indícios. O ataque ocorreu nesta manhã quando dois ex-alunos entraram na Escola Estadual Professor Raul Brasil e atiraram. Os atiradores cometeram suicídio no local.

 

O procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo, Gianpaolo Smanio, afirmou que é muito importante, no transcorrer das investigações, esclarecer qual a origem das armas utilizadas no ataque.

 

A escolha de promotores especializados para o caso é explicada pela suspeita de que um grupo criminoso pode ter atuado com a dupla (Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro), diz Smanio, e colaborado com “crimes relacionados a terrorismo doméstico”. Um fórum que espalha ódio e se esconde nas profundezas da internet deve ser alvo da apuração.

 

Segundo Smanio, uma investigação ampla será feita, em todas as linhas, para saber como os dois atiradores tiveram acesso às armas e diversos equipamento. “Queremos saber se há um grupo que atua com eles, se existe uma rede de comunicação, e quais foram as motivações do crime. Não descartamos nada e vamos investigar se há outras pessoas envolvidas e vamos prende-las”, disse.

 

O MP paulista vai atuar em conjunto com o núcleo de investigações cibernéticas do Gaeco – que na quinta-feira fez uma reunião com o Facebook, não nesse caso, mas para acelerar a identificação de criminosos na rede (leia mais abaixo).  O objetivo é verificar todos os contatos da dupla que atacou a escola. De acordo com o MP paulista, há aspectos muito semelhantes que ligam o ataque à Escola Raul Brasil, em Suzano, com o feito em 2011, em uma escola no bairro de Realengo, no Rio de Janeiro.

 

Essa rede pode se comunicar pela chamada Deep Web, ou Darw Web (leia mais sobre isso abaixo). E o MP paulista sabe quais são as dificuldades de se investigar essa internet profunda, que espalha seus conteúdos em servidores pelos cinco continentes, que conta com um sistema de acesso específico que busca dificultar a identificação e os rastros dos seus usuários por meio de ferramentas como criptografia e embaralhamento dos IPs, número de identificação de cada computador, uma espécie de “CEP” do usuário na rede.

 

Tanto a polícia quanto o MP paulista investigam, agora, se esse fórum acessado por Guilherme Tauci Monteiro fez mais alguma coisa além de aplaudir o que ele e o seu comparsa fizeram na escola suzanense, assim como já haviam feito no caso da escola do Rio.

 

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Hacker preso em 2012 por planejar massacre na UnB inspirou suzanenses

O hacker Marcelo Valle Silveira Mello, criador de página que pode ter inspirado o ataque em Suzano – Reprodução 

 

Saulo Araújo – Do Metrópolis – Os autores do massacre desta quarta-feira (13/03), que teve 10 mortos e ao menos 23 feridos em Suzano, no Alto Tietê – região que ocupa a porção leste da Grande São Paulo, pegaram dicas de ataque em massa numa página virtual criada pelo hacker Marcelo Valle Silveira Mello, preso em 2012 pela Polícia Federal, acusado de planejar um atentado a estudantes da Universidade de Brasília (UnB).

 

No fórum Chamado Dogolochan, os jovens suzanenses agradeceram a ajuda, e deixaram rastros para avisar seus colegas virtuais do massacre que estava por vir. O fórum é conhecido como um local onde são discutidos abertamente a prática de crimes, violação de direitos humanos, além de racismo e misoginia.

 

De acordo com os investigadores, os responsáveis pela tragédia na Escola Estadual Raul Brasil – Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, 25 – faziam visitas constantes ao fórum Dogolochan, idealizado por Valle há cerca de uma década.

 

Em 2018, Marcelo Valle foi condenado a 41 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, condenado por racismo, ameaça, incitação ao crime e terrorismo por meio da internet.

 

Seis dias antes de entrarem atirando em inocentes no colégio localizado no interior de São Paulo, Guilherme e Luiz Henrique publicaram sobre o ataque no Dogolochan, uma das comunidades mais extremistas do Brasil. Eles supostamente agradeceram a ajuda de outros membros e deixaram rastros para avisar internautas sobre o crime.

 

Um print mostra o que pode ser um dos atiradores agradecendo DPR, o administrador do Dogolachan, pelos conselhos recebidos.

 

“Muito obrigado pelos conselhos e orientações, DPR. Esperamos do fundo dos nossos corações não cometer esse ato em vão. […] Nascemos falhos, mas partiremos como heróis. […] Ficamos espantados com a qualidade, digna de filmes de Hollywood”, diz a mensagem.

 

Outros usuários questionaram se os atiradores eram integrantes do grupo, e a resposta dada por um dos administradores foi positiva.

 

O fórum extremista é conhecido como um local onde a prática de crimes é abertamente discutida. Tópicos abertos mostram que os dois homicidas pediram dicas de como realizar a barbárie.

 

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Deep Web – a internet profunda, pode ser ponto de encontro do chamado terrorismo local

 

PAULO QUARESMA – DO CORREIO INDEPENDENTE – O que pode-se apurar ainda mais da influência, monitoria ou simplesmente adoração pelo site criado pelo hacker que está preso desde 2012 é que, em outras mensagens no Dogolachan, usuários se questionam se os atiradores eram integrantes do fórum e a resposta dada por um dos administradores foi positiva. Foi o que a reportagem do CORREIO INDEPENDENTE apurou, acrescentando detalhes ao que escreveu Saulo Araújo, no texto acima.

 

“Eles eram daqui do fórum, não?”, pergunta um deles, no que DPR (o administrador) responde: Não fiquem citando, mas era confrades daqui, sim. Logo vão encontrar algo em poder deles (…)”.

 

Segundo as mensagens, o sinal de que os preparativos para o ataque estavam prontos envolviam a publicação de um tópico com a letra de uma música conhecida dos integrantes do Dogolachan, aproximadamente três dias antes do crime. A publicação foi feita na última segunda (11), às 4h31, segundo registros do próprio fórum.

 

Um tópico com as dicas pedidas pelos atiradores enquanto planejavam o massacre foi classificado como secreto por DPR, que mudou sua URL para não ser achado em futuras investigações de autoridades.

 

O próprio administrador, posteriormente, deu alguns detalhes de como ajudou os dois atiradores a conseguirem armas, além de descrever Guilherme como um “um bom garoto que acabou descobrindo da pior forma possível que brincadeiras podem ser tornar pesadelos reais”.

 

Segundo o mesmo texto de DPR, o “Luiz entrou em contato para buscar um canal onde ele obtivesse fácil acesso a um revolver calibre 22”, e logo depois lhe apresentou Guilherme. Ele encerra a publicação afirmando que as conversas foram deletadas e jamais irá revelar o teor exato delas.

 

Mais tarde, DPR, o administrador, descreveu trocas de e-mails com Luiz, que teria interesse em comprar uma arma com facilidade, e que também foi apresentado à Guilherme por Luiz. Segundo o administrador, Luiz era conhecido no fórum como “luhkrcher666”, e Guilherme como “1guY-55chaN”. DPR diz ainda que cortou o contato com Luiz por e-mail pois ele deixava muitos “rastros” digitais, que facilitariam a identificação de todos os membros.

 

Por fim, DPR diz que Luiz era um “rapaz injustiçado”, enquanto Guilherme, de apenas 17 anos, era “inocente a ponto de transparecer sua natureza completamente infantil”. Ele afirma que todas as conversas foram deletadas e jamais irá revelar o teor exato delas.

Fórum anônimo

O Dogolachan foi criado em 2013 pelo hacker Marcelo Valle Silveira Mello, também conhecido como Psy ou Batoré. Mello é conhecido por crimes de ódio e foi a primeira pessoa condenada pela Justiça do Brasil por crime de racismo na internet, em 2009. Ele se posicionou contra as cotas raciais de maneira preconceituosa e foi condenado a um ano e dois meses de prisão.

 

Rastrear as atividades do fórum é difícil, após ele ter sido movido para a Deep Web, onde só é possível acessá-lo através do aplicativo TOR, que confere anonimato para seus usuários.

 

Até maio de 2018 o site era comandado por Marcelo Valle, preso no dia 10 na Operação Bravata, da Polícia Federal. Desde então, DPR se tornou o administrador principal e tornou o fórum ainda mais rodeado de sigilo.

 

O fórum está ligado também ao Massacre de Realengo (uma escola de um bairro do subúrbio do Rio de Janeiro) onde Wellington Menezes de Oliveira — considerado um herói no Dogolachan — matou 12 crianças, antes de se matar.

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Núcleo de Delitos Cibernéticos do MPSP e Facebook debatem meios de busca de criminosos

Paulo Marco no Facebook

 

Nesta quinta-feira (14/03), o procurador de Justiça e coordenador do Núcleo de Suporte à Investigação de Delitos Cibernéticos, Paulo Marco, junto com o auxiliar de promotoria Enzo de Carvalho Ferrari, realizaram uma reunião na sede do Facebook, na zona sul da Capital paulista. Em nome da rede social, participou do encontro o responsável pelas requisições de atendimento das autoridades policiais e judiciárias da América do Sul, Rick Cavaliero.

A principal finalidade da reunião foi estreitar os laços de cooperação entre MPSP e Facebook, assim como com as outras redes sociais, para facilitar a busca por dados de criminosos, o auxílio às vítimas e a celeridade para a retirada de páginas irregulares do ar. A ideia também é que sejam realizadas palestras e reuniões para debater sobre crimes cibernéticos e formas de ajuda aos afetados, além das responsabilidades das redes.

Marco explicou que foram poucos os contatos feitos entre as redes sociais e a instituição. De acordo com ele, “há um descompasso entre Direito e tecnologia como um todo”.

A equipe do Facebook, na figura de Caveliero, se mostrou otimista e pronta para ajudar em tudo que for necessário. Outras reuniões ainda devem acontecer.

 

RELEMBRE TUDO O QUE ACONTECEU NO ATAQUE A ESCOLA RAUL BRASIL