SIG e outras divisões da Polícia Civil de Mogi das Cruzes prendem cinco suspeitos de integrar o PCC

Durante a operação, foram presos 5 criminosos, 2 armas de fogo, 4 veículos, 1 moto, documentos e mais de R$ 34 mil em dinheiro

PAULO QUARESMA – DO CORREIO INDEPENDENTE – Cinco suspeitos de integrarem o Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que age dentro e fora dos presídios, foram presos nesta segunda-feira (09/12) em Mogi das Cruzes, em uma operação do Setor de Investigações Gerais (SIG), que contou com o apoio de outras divisões da Polícia Civil.

Foram presos Gabriel Silva da Luz, Agenor Duionísio Neto, Eriomar Gomes da Silva, Thiago Fermino de Souza e Romário Ferreira Santos. Dois dos presos – Agenor Dionísio Neto e Eriomar Gomes Silva, também foram autuados em flagrante por portarem armas ilegais. Agenor é proprietário da Pizzaria Via Napoli, no distrito de César de Souza.

Durante a ação foram presos cinco criminosos, duas armas de fogo, três carros, uma van, uma motocicleta, documentos e R$ 34,5 mil em dinheiro. Policiais ouvidos pela reportagem  acreditam que esse tenha sido mais um duro golpe no crime organizado que age em Mogi das Cruzes e na região.

A operação contou com o apoio de policiais civis do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise ) e Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP).

Desde maio a SIG investiga esse núcleo do PCC que age no tráfico de drogas e após todo o mapeamento e ramificação da quadrilha, obteve na Justiça a expedição dos mandados de busca e apreensão e de prisão temporária aos cinco suspeitos, que acabaram presos.

A Polícia Civil de Mogi das Cruzes segue investigando para prender outros membros do PCC que agem na cidade e em todo o Alto Tietê.

A prisão temporária dos cinco, após a audiência de custódia realizada nesta terça-feira (10/12) no Fórum de Mogi das Cruzes, foi convertida pelo juiz em prisão preventiva para dois dos cinco acusados, que no momento da prisão foram flagrados com armas de fogo sem autorização.

Essa modalidade de prisão (preventiva) é determinada pela Justiça para impedir que o acusado (réu) atrapalhe a investigação, a ordem pública ou econômica e aplicação da lei. O réu pode ser mantido preso preventivamente até o seu julgamento ou pelo período necessário para não atrapalhar as investigações.

Veja fotos de quatro dos cinco suspeitos presos e uma das armas apreendidas