Parque Centenário: evento ensina sobre importância das abelhas

 

DE MOGI DAS CRUZES – Quem foi ao Parque Centenário da Imigração Japonesa neste domingo (06/10) recebeu uma aula prática sobre a vida das abelhas, a produção de mel e sua importância para o meio ambiente. O Projeto Polinizadores, realizado por meio de uma parceria entre a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente e o curso de Biologia da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), instalou uma tenda no meio do parque e ofereceu informações aos visitantes, em cinco estações com diferentes informações sobre o tema.

O evento estava originalmente marcado para acontecer no dia 22 de setembro, durante a Semana da Primavera, mas naquele domingo o tempo chuvoso impediu que o projeto fosse realizado. O secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Daniel Teixeira de Lima, explica que a parceria é importante como uma ferramenta de educação ambiental para os cidadãos.

“O Parque Centenário é um local de descanso, lazer e contemplação, mas nós também procuramos oferecer ações que estimulem o conhecimento sobre a natureza e o meio ambiente, atraindo pessoas de todas as idades que frequentam o parque, desde crianças até idosos e adultos”, comenta.

O diretor da secretaria, André Miragaia, lembra que a parceria com a UMC é muito importante porque proporciona a presença de alunos e professores no parque, conversando com o público e explicando cada etapa do trabalho das abelhas. Os participantes aprenderam como funciona esta complexa comunidade e também experimentaram os diferentes tipos de mel produzidos.

“O projeto foi um sucesso, todas as pessoas que passavam por aqui paravam e entravam na tenda, recebendo informações e gostando muito do que viam. Nossa Semana da Primavera foi um sucesso, com doações de mudas, a caminhada da limpeza e várias outras ações. O Projeto Polinizadores, realizado neste domingo, foi mais uma iniciativa que contribuiu para esse bom resultado”, frisou.

Uma das pessoas que pararam na barraca e aprenderam sobre o trabalho das abelhas foi a arquiteta Tatiana Gonçalves. Ela percorreu todas as estações, ouviu as explicações dos professores da UMC e experimentou os diferentes tipos de mel: “Foi muito bacana, gostei de saber mais sobre os tipos de mel e notei que os sabores variam bastante de acordo com o lugar onde as abelhas vivem”, finalizou.

Foto: SMMA / Divulgação