Ouvidoria de Mogi das Cruzes agora também pode ser acionada pelo WhatsApp e Facebook, além do tradicional telefone 156

Duas novas ferramentas virtuais podem ser utilizadas pelos cidadãos, ao lado do tradicional telefone 156

 

DE MOGI DAS CRUZES – Os mogianos que quiserem fazer solicitações na Ouvidoria Municipal possuem agora duas novas ferramentas de comunicação: um número de WhatsApp (97133-1999) e uma página no Facebook (Ouvidoria de Mogi das Cruzes). É possível abrir pedidos pelas duas plataformas, que se unem ao aplicado eOuve (disponível para Android e iOS) – já em funcionamento e que permite aos cidadãos terem acesso à Ouvidoria pelo celular.

O ouvidor geral e chefe de Gabinete, Romildo Campello, explica que a inclusão do WhatsApp e do Facebook complementa a oferta de canais de comunicação aos cidadãos, ao lado do tradicional telefone 156. “Hoje em dia as pessoas fazem várias tarefas do cotidiano pelo celular e com o apoio das redes sociais, como o Facebook. É fundamental que a Ouvidoria esteja presente também nestes espaços virtuais”, diz.

Pelo WhatsApp, basta o cidadão adicionar o número 97133-1999 e incluir a Ouvidoria entre seus contatos. Logo abaixo do ícone, aparecem as informações sobre como registrar as solicitações: basta informar o nome completo, CPF, endereço, telefone e e-mail (se houver). Também é necessário passar o endereço do local reclamado e fazer uma descrição da ocorrência. Caso a pessoa deseje, é possível solicitar o sigilo das informações passadas à Ouvidoria.

O mesmo acontece com o Facebook. Na página ‘Ouvidoria de Mogi das Cruzes’, o internauta recebe informações sobre o serviço. Da mesma forma que pelo WhatsApp, é possível registrar solicitações fornecendo os dados pessoais e utilizando mensagens privadas. Quase 800 pessoas já curtiram a página da Ouvidoria no Facebook, mas o objetivo é que este número aumente significativamente com a divulgação do endereço.

O eOuve já tem seu funcionamento consolidado. Lançado em abril deste ano, pode ser baixado pelas plataformas Android e Apple. O aplicativo oferece a possibilidade de registrar a demanda e acompanhar seu andamento. Quando o pedido é solucionado, a pessoa recebe uma notificação e ainda pode analisar como foi a qualidade do atendimento.

Campello lembra que a Ouvidoria mogiana funciona essencialmente como um canal de entrada de solicitação de serviços – agora com mais canais digitais. Essa realidade exige a adoção de soluções por parte da Prefeitura, e, por outro lado, também permite a formação de um Banco de Dados sobre as demandas e carências do município, que é utilizado como uma valiosa ferramenta de planejamento. Somente em maio, a Ouvidoria mogiana recebeu 1.951 solicitações feitas pela população.

O ouvidor lembra que este conjunto de ferramentas disponibilizadas aos cidadãos tem como objetivo responder a um desafio central que a Prefeitura possui na área de zeladoria: receber as demandas da população o mais rápido possível e buscar soluções com igual agilidade. “Ao ser informada sobre um problema com dados precisos, a Administração Municipal tem condições de fazer a triagem e determinar soluções igualmente rápidas, que efetivamente cheguem às ruas, satisfazendo as pessoas”, disse.

Campello implantou a Ouvidoria mogiana e foi responsável, em 2012, pela conquista do prêmio Mário Covas, graças ao projeto Ouvidoria Jovem – realizado por meio de parceria entre a Ouvidoria Geral do Município e a Escola Estadual Professor Ilson Gomes. O projeto foi o primeiro colocado na categoria Inovação em Gestão Municipal e, na prática, levou os alunos a pesquisarem os problemas do Jardim Ivete, onde a escola funciona. Os alunos conquistaram 86,1% de taxa de conclusão. O prêmio do Governo do Estado incluiu um notebook, que foi doado à escola.

 

Foto: Ney Sarmento / PMMC