Indústria do Alto Tietê começa o ano com 400 empregos criados, diz Ciesp

Dados são de pesquisa divulgada nesta sexta-feira (15/02) pelo Centro das indústrias do Estado de SP

 

DE MOGI DAS CRUZES – A indústria do Alto Tietê iniciou 2019 com saldo positivo no emprego. Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (15/02) pelo Ciesp– Centro das Indústrias do Estado de São Paulo  aponta variação de 0,69% no nível de emprego industrial no mês de janeiro. Isso corresponde a um aumento de aproximadamente 400 postos de trabalho nas empresas instaladas nas oito das dez cidades da região: Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis e Suzano.

Com nível de emprego superior ao da média estadual (0,41%), o Alto Tietê ocupa a 13ª colocação no ranking das 36 regiões industriais do Estado de São Paulo. O Alto Tietê encerrou 2018 no primeiro lugar e, no desempenho dos últimos 12 meses, permanece como a Região com melhor desempenho estadual e um acumulado de 3,25%, o que significa um aumento de aproximadamente 2.050 postos de trabalho.

“Estamos no grupo das 23 regiões do Estado que conseguiram gerar empregos no primeiro mês do ano e, principalmente, a nossa indústria voltou a contratar depois de dois meses no negativo”, pontua José Francisco Caseiro, diretor do CIESP Alto Tietê.

“A Região continua impulsionando a recuperação do setor no Estado e a expectativa é de evolução nos próximos meses, visto a confiança do mercado e do setor empresarial” , acrescenta o dirigente ao citar uma recente pesquisa da FIESP/CIESP, a qual aponta que 72,9% dos industriais paulistas pretendem aumentar a produção este ano e 41,2% deles pretendem ampliar o quadro de funcionários ainda no primeiro semestre. “O Alto Tietê está dentro dessas expectativas, como mostram os indicadores do primeiro mês do ano”, ressalta Caseiro.

O resultado de janeiro foi o melhor dos últimos nove meses na Região e foi alavancado pelo bom desempenho dos setores de Máquinas, Aparelhos e Materiais Elétricos (2,01%); Produtos de Minerais Não-Metálicos (1,41%); Produtos de Borracha e de Material Plástico (1,48%); e Produtos de Metal, exceto Máquinas e Equipamentos (1,61%). Esses setores foram os que mais influenciaram o cálculo do indicador total da Região.

A tabela abaixo mostra o comportamento setorial dos meses de janeiro de 2018 e 2019 e o acumulado em 12 meses.

 

 

Quando comparados os meses de janeiro dos anos de 2018 e 2019, temos um cenário pior, pois em janeiro de 2018 o resultado foi positivo em 2,20%.

O gráfico abaixo mostra os resultados comparativos da Diretoria Regional dos meses de janeiro nos anos de 2006 a 2019.

 

Já o gráfico abaixo mostra o desempenho das variações mensais da Diretoria Regional no período de janeiro/2017 a janeiro/2019.