De 1º/01 a 7 de fevereiro, mogiano já pagou R$ 540 milhões em tributos – aumento de 10,4% em relação a 2018. No País, foram R$ 300 bilhões

DE MOGI DAS CRUZES – Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou nesta quinta-feira (07/02) a marca de R$ 300 bilhões arrecadados na forma de impostos, taxas, multas e contribuições, pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano. O valor chega três dias antes do que em 2018, quando foi registrado em 10/02, o que é sinal de que a economia brasileira começou um pouco mais aquecida em 2019.

Em Mogi das Cruzes, a arrecadação chega a R$ 540 milhões em impostos pagos de 1 de janeiro até este 7 de fevereiro. No mesmo período do ano passado, a soma era de R$ 489 milhões. O aumento é de 10,4%.

Para Marco Zatsuga, presidente da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC), essa arrecadação maior nos primeiros dias de 2019 é mais um indicativo de que a economia apresenta melhora e que o problema fiscal brasileiro não está na receita e sim no mau uso dos recursos.

“A arrecadação entrou numa curva de crescimento, mas não adianta isso se o Governo não fizer os cortes necessários. Não podemos esquecer que os contribuintes brasileiros pagam as maiores taxas tributárias do mundo”, avalia Zatsuga.

Alencar Burti, presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), diz que o problema é quando o crescimento da arrecadação vem do aumento de alíquotas ou da criação de novos impostos. “Não adianta a arrecadação se recuperar se os gastos continuam a subir descontroladamente; por isso a importância de se aprovar a reforma da Previdência e outras medidas no âmbito fiscal”.

O Impostômetro foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar os brasileiros sobre a alta carga tributária e incentivá-los a cobrar os governos por serviços públicos de mais qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. No portal www.impostometro.com.br é possível visualizar valores arrecadados por período, estado, município.

“A arrecadação entrou numa curva de crescimento, mas não adianta isso se o Governo não fizer os cortes necessários. Não podemos esquecer que os contribuintes brasileiros pagam as maiores taxas tributárias do mundo”, avalia Zatsuga, presidente da Associação Comercial de Mogi