Covid-19, terça, 3, Alto Tietê-Condemat 3.084 mortos, 61.653 casos e 53.045 curados. Brasil 160.496 mortos, 5.566.049 casos e 5.028.216 curados

Nas 12 cidades do Alto Tietê-Condemat, em 120 horas foram 21 óbitos, totalizando 3.084.Somente nas 10 cidades do Alto Tietê geográfico foram 15 óbitos e total vai a 1.544

 

PAULO QUARESMA – DO CORREIO INDEPENDENTE * – Balanço divulgado no final da tarde desta terça-feira (03/11) pelo Condemat (Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê), com os números da planilha do Coronavírus nas 12 cidades sob sua responsabilidade, mostra que nas últimas 96 horas (das 17h da quinta, 29/10 até o mesmo horário desta terça, 03/11) a região registrou 21 óbitos, passando de 3.063 para 3.084 total geral de mortos.

A média entre a sexta-feira e esta terça (03/11) foi quatro casos fatais por dia nas 12 cidades do consórcio regional.

Dessas 3.084 vítimas fatais até esta terça, 1.544 foram efetivamente registradas nas dez cidades do Alto Tietê geográfico. Já as outras 1.540 mortes ocorreram em Guarulhos (1.535), a quase totalidade, e em Santa Branca (5) – dois municípios que, embora estejam fora da área geográfica, integram o Condemat. O índice de óbitos na região se mantém em 5% do total de infectados.

Vale lembrar que o Alto Tietê-Condemat é composto por 12 municípios — (dez do Alto Tietê geográfico – Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano) – mais Guarulhos e Santa Branca.

As cidades que lideram o ranking regional de vítimas fatais das 12 do Alto Tietê-Condemat seguem sendo Guarulhos (1.535 casos), Mogi das Cruzes (433) e Itaquaquecetuba (319) – as mais populosas da região. A região registrou o primeiro caso fatal de novo Coronavírus em 25 de março deste ano.

Vale destacar que em razão de na última sexta-feira (30/10) ter sido comemorado o Dia do Funcionário Público, e na segunda o feriado nacional de Finados – e no meio um fim de semana – os números regionais não foram atualizados por 120 horas.

 

Notificações, descartes e confirmações na região

Pelo novo balanço, até às 17 horas desta terça-feira (03/11), as 12 cidades do Alto Tietê-Condemat contabilizam 228.926 notificações do novo Coronavírus, com 147.527 descartadas após exames dando negativo – o que representa 64,6% das notificações de suspeitas da doença na região.

Desde março, quando houve o primeiro caso confirmado na região, até agora, 61.653 pessoas foram efetivamente infectadas pelo Coronavírus nas 12 cidades do Alto Tietê-Condemat – o que corresponde a 27,2% das notificações de suspeitas existentes.

As cidades com mais pessoas infectadas pela doença são Guarulhos (29.103), Mogi das Cruzes (9.747) e Suzano (6.244).

E desse total regional de infectados nas 12 cidades da região, 53.045 pacientes já estão curados- o equivalente a taxa de recuperação de 86%.

A diferença entre os casos confirmados e os descartados são de pacientes que ainda aguardam resultados de exames.

As cidades de Guarulhos, Mogi das Cruzes e Suzano, nessa ordem, são as que mais têm pessoas recuperadas (curadas) na região – com 27.083, 8.281 e 5.026 – respectivamente.

 

Óbitos nas últimas 120 horas, até 17h de terça (03/11) no Alto Tietê-Condemat

As 21 vítimas fatais da região do Alto Tietê-Condemat, cujos registros foram oficializados pelas Vigilâncias Epidemiológicas municipais nas últimas 120 horas (das 17 de quinta, 29/10 até 17h desta terça, 03/11) ocorreram nas cidades de Ferraz de Vasconcelos, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano – veja as cidades, casos, sexos e idades abaixo.

 

Ferraz de Vasconcelos: Homem – 80 anos.

Guarulhos: 6 óbitos – perfis não divulgado – (Desde 25/06, a Vigilância Epidemiológica da cidade alterou a forma de divulgação e não mais disponibiliza as informações de sexo e idade por caso).

Itaquaquecetuba: Homem – 42 anos, Homem – 47 anos, Homem – 41 anos, Mulher – 61 anos, Mulher – 79 anos.

Mogi das Cruzes:  Homem – 78 anos, Homem – 74 anos, Homem – 45 anos, Homem – 59 anos, Homem – 69 anos.

Salesópolis: Homem – 83 anos, Homem – 68 anos.

Santa Isabel: Mulher – 83 anos.

Suzano: Mulher – 62 anos.

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Ranking de mortos no Alto Tiete-Condemat até esta terça-feira, 3 de novembro

Guarulhos – 1.535 mortos
Mogi das Cruzes – 433
Itaquaquecetuba – 319
Suzano – 261
Ferraz de Vasconcelos – 171
Poá – 114
Arujá – 91
Santa Isabel – 71
Guararema – 36
Biritiba Mirim – 30

Salesópolis – 18
Santa Branca – 5 
Total – 3.084 mortos

 

Ranking de infectados no Alto Tiete-Condemat até esta terça-feira, 3 de novembro

Guarulhos – 29.103 infectados
Mogi das Cruzes – 9.747
Suzano – 6.244
Itaquaquecetuba – 5.686
Ferraz de Vasconcelos – 3.411
Arujá – 2.321
Poá – 2.225
Santa Isabel – 1.294
Guararema – 647

Biritiba Mirim – 494
Salesópolis – 286
Santa Branca – 195
Total – 61.653 casos confirmados 

 

Ranking de curados no Alto Tiete-Condemat até esta terça-feira, 3 de novembro

Guarulhos – 27.083 recuperados
Mogi das Cruzes – 8.281
Suzano – 5.026
Itaquaquecetuba – 4.631
Arujá – 2.174
Ferraz de Vasconcelos – 2.062
Poá – 1.277
Santa Isabel – 1.159
Guararema – 577
Biritiba Mirim – 334
Salesópolis – 251
Santa Branca – 190
Total – 53.045 recuperados

 

Planilha do Coronavírus nas 12 cidades do Alto Tietê-Condemat – 03.11.2020

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Brasil tem 160.496 mortos, 5.566.049 casos e 5.028.216 curados até esta terça-feira, 3/11

 

PAULO QUARESMA – DO CORREIO INDEPENDENTE * – Balanço atualizando os números oficiais do Coronavírus, divulgado pelo Ministério da Saúde no início da noite desta terça-feira (03/11) aponta que o Brasil registrou 11.843 novos casos da doença nas últimas 24 horas, subindo dos  5.554.206 da segunda-feira para 5.566.049 nesta terça.

De acordo com o novo balanço, o Brasil tem 377.337 pessoas que estão em acompanhamento (tratamento em casa ou hospitalização), o equivalente a 6,8% do total de casos.

Já o número de mortos pela doença subiu dos 160.253 da segunda-feira para  160.253 nesta terça-feira. Nas últimas 24h, foram registradas 243 mortes nos sistemas oficiais.

O país chega ao 23º dia com a curva de mortes indicando queda, após 28 dias em estabilidade.

O Ministério da Saúde informou que 2.316 mortes seguem sob investigação para determinar se a causa foi o novo Coronavírus ou não.

Os casos e mortes são menores nos domingos e segundas-feiras em função da limitação de sistematização dos dados e alimentação do painel do Ministério da Saúde pelas secretarias estaduais aos fins de semana. Já às terças-feiras os números diários tendem a subir pelo acúmulo de casos do fim de semana reportado neste dia. Nesta semana, com o feriado de Finados (02/11) houve também uma redução do envio de registros pelas autoridades estaduais de saúde.

Na quinta-feira (29/10), novo comparativos das chamadas Semanas Epidemiológicas, aponta que apesar da alta de casos, número de óbitos continua em queda em todo o País.

A taxa de letalidade segue em 2,9. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 76,4. A incidência dos casos de Covid-19 por 100 mil habitantes é de 2,648,6. As informações são do Ministério da Saúde e estão disponíveis na internet.

 

Brasil chega a 5.028.216 pacientes recuperados

Em todo o País, nesta terça-feira (03/11) é de 5.028.216 o total de pessoas curadas da doença. O registro de pessoas curadas já equivale a 90,3% dos casos confirmados.

No mundo, estima-se que pelo menos 29 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram.

O número de pessoas curadas no Brasil é muito superior à quantidade de casos ativos (377.337) que são os pacientes em acompanhamento médico.

Municípios

De acordo com números atualizados do Ministério da Saúde, a doença está presente em 99,9% dos municípios brasileiros.

Contudo, mais da metade das cidades (3.447) possuem entre 2 e 100 casos.

Em relação aos óbitos, 4.700 municípios tiveram registros (84,4%), sendo que 650 deles apresentaram apenas um óbito confirmado

Cardiopatas, diabéticos e maiores de 60 anos

De acordo com o Ministério da Saúde, as comorbidades e uma série de fatores pode contribuir para que o quadro de saúde de um paciente evolua para um caso grave ou resultar em morte. Idosos e quem tem pressão alta, doenças cardíacas, pulmonares, câncer ou diabetes costumam estar mais suscetíveis, devendo redobrar os cuidados.

 

Estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (39.364), Rio de Janeiro (20.651), Ceará (9.362), Minas Gerais (9.050) e Pernambuco (8.643).

As Unidades da Federação com menos casos são Roraima (692), Acre (695), Amapá (751), Tocantins (1.100) e Rondônia (1.460).

Boletim Epidemiológico covid-19
B

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Casos confirmados por região

Até esta terça (03/11), os casos confirmados de Covid-19 estão distribuídas assim pelo País:

Região Sudeste………..,………..1.950.437
Região Nordeste………………...1.483.652
Região Sul……………………………..729.121
Região Norte…………………………705.156
Região Centro-Oeste……………..697.683

Mortes por região

Até esta terça (03/11), as mortes por Covid-19 estão distribuídas assim pelo País:

Região Sudeste…………………….72.939
Região Nordeste…………………..42.383
Região Norte………………………..16.033
Região Centro-Oeste…………….14.900

Região Sul…………………………….14.241

Comparação internacional

Em todo o planeta, esta terça-feira (03/11) fecha com 47.370.241 casos confirmados de Covid-19, com 1.209.172 mortes. Em todo o mundo são 6.093 casos da doença para cada 1 milhão de habitantes. .

Hoje o Brasil é o segundo país numericamente (números absolutos) com mais mortes por Covid-19. Só os Estados Unidos têm mais vítimas fatais: 237.865, até às 18h30 desta terça-feira. Na comparação proporcional às populações, o Brasil tem 758 mortes por milhão de habitantes, e aí o Pais passa para a 4ª posição no ranking mundial. O Peru é o país com mais mortes por Covid-19 em relação à sua população, 1.044. Em segundo no ranking mundial de mortes proporcionais ao número de habitantes aparece a Bélgica, com 1.022, e em terceiro a Espanha, com 780.

Depois seguem o Chile, em quinto, com 747 mortos por milhão de habitantes, Bolívia em sexto, com 745, Equador em sétimo, com 775, Estados Unidos em oitavo, com 716, México em nono, com 712, Reino Unido em décimo, com 698 mortes por milhão de habitantes. Em décimo primeiro aparecem os hermanos argentinos, com 695, seguido da Itália, em décimo segundo, com 652.

Veja, abaixo, lista dos 18 países que lideram o ranking mundial por números absolutos. Note que os números do Brasil não foram atualizados nesse quadro internacional abaixo. (números gerais alterando a todo momento).

 

País                                                      Total de casos      Novos casos dia     Casos 60 dias   Casos por milhão    Mortes

Global
47.370.241 Não há dados Gráfico de tendências de 60 dias 6.092 1.209.172

Estados Unidos
9.415.620 93.581 Gráfico de tendências de 60 dias 28.571 231.990

Índia
8.267.623 38.310 Gráfico de tendências de 60 dias 6.077 123.097

Brasil
5.554.206 8.501 Gráfico de tendências de 60 dias 26.281 160.253

Rússia
1.642.665 18.017 Gráfico de tendências de 60 dias 11.194 28.264

França
1.419.295 0 Gráfico de tendências de 60 dias 21.160 37.141

Espanha
1.240.697 55.019 Gráfico de tendências de 60 dias 26.342 36.257

Argentina
1.183.131 9.598 Gráfico de tendências de 60 dias 26.328 31.623

Colômbia
1.093.256 9.935 Gráfico de tendências de 60 dias 22.133 31.653

Reino Unido
1.053.864 18.950 Gráfico de tendências de 60 dias 15.863 46.853

México
933.155 3.763 Gráfico de tendências de 60 dias 7.372 92.100

Peru
902.503 0 Gráfico de tendências de 60 dias 28.088 34.476

Itália
731.588 22.253 Gráfico de tendências de 60 dias 12.144 39.059

África do Sul
727.595 772 Gráfico de tendências de 60 dias 12.379 19.465

Irã
628.780 8.289 Gráfico de tendências de 60 dias 7.546 35.738

Alemanha
569.598 17.538 Gráfico de tendências de 60 dias 6.850 10.669

Chile
513.140 1.276 Gráfico de tendências de 60 dias 26.856 14.302

Iraque
478.701 3.413 Gráfico de tendências de 60 dias 12.234 11.017

Bélgica
447.355 6.337 Gráfico de tendências de 60 dias 38.818 11.858

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Médico deve ser procurado o mais breve possível, recomenda o Ministério da Saúde

Ao sentir os sintomas da Covid-19, a recomendação é procurar o mais rápido possível os serviços médicos da sua cidade. A orientação foi dada no dia 17 de julho pelo secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco. Ele reforçou a orientação do governo de que a pessoa procure um médico aos primeiros sintomas de Covid-19. “Os pacientes, ao sentirem esses sintomas, devem procurar um serviço de saúde, mesmo que sejam sintomas leves. O objetivo é garantir a oportunidade de um tratamento precoce, evitando o agravamento do quadro clínico de pacientes e a necessidade de internação”.

Franco acrescentou que “o médico é soberano” na escolha do tratamento mais adequado. “O médico é soberano no seu diagnóstico clínico e também tem a competência para propor o tratamento mais adequado ao paciente”.

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Não se esqueça: primeiro caso da doença no Brasil foi em pleno o “fervo do Carnaval”

Vale destacar que o primeiro caso de paciente infectado pela Covid-19 no Brasil foi registrado em 26 de fevereiro de 2020, em pleno Carnaval, onde milhões de turistas, nacionais e internacionais, vieram para São Paulo, foram ao Rio de Janeiro e para várias regiões do Nordeste. Na ocasião, nenhuma autoridade estadual contestou o fato das enormes aglomerações pela folia.

Pelo Twitter, o ex-ministro da Saúde, Nelson Tech, na segunda-feira (22/06) confirmou essa tese como uma das que fez o vírus se espalhar com muita rapidez por todo o Brasil.

Essa afirmação tem base, agora, em um novo estudo que comprova que o vírus já circulava pelo País em fevereiro.

Já a primeira morte oficial pela doença foi registrada em 12 de março de 2020, dando mais força a tese de que o Carnaval foi pernicioso na disseminação do vírus – incentivado principalmente pelos governadores João Doria, de São Paulo, Wilson Witzel, do Rio de Janeiro, governantes do Nordeste e por emissoras de TV, como a Rede Globo, Band, entre outras, cuja programação artística e comercial lucra com a folia.

Clique e veja painel geral do País, incluindo dados de todos os municípios, no novo site  no http://susanalitico.saude.gov.br/#/dashboard/

Clique e veja mapa com os números da Covid-19 em todo o mundo, compilados pela Universidade Johns Hopkins.

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*Com informações do Condemat, Agência Brasil e Ministério da Saúde

Foto: Andréa Rego Barros / PCR