Mulheres são mais suscetíveis a contrair infecção urinária

DE SÃO PAULO – As mulheres precisam ficar mais atentas que os homens quando o assunto é infecção urinária, já que estão mais suscetíveis a contrair a doença. Um dos fatores que contribuem para isso é a própria anatomia feminina, pois a uretra do aparelho genital feminino é mais curta e mais próxima do ânus do que a dos homens, o que possibilita a passagem de bactérias do ânus para a vagina.

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Brasil desativou 16 mil leitos pediátricos desde 2010, aponta a SBP

Flávia Albuquerque – Agência Brasil –  São Paulo – Um levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) mostrou que nos últimos nove anos o Brasil desativou 15,9 mil leitos de internação pediátrica, aqueles destinados a crianças que precisam permanecer no hospital por mais de 24 horas. Segundo a SBP, dados obtidos no Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES), mantido pelo Ministério da Saúde, indicam que em 2010, o país dispunha de 48,8 mil leitos no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2019, segundo dados relativos ao mês de maio, o número baixou para cerca de 35 mil.

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Julho Amarelo conscientiza brasileiros sobre sintomas do sarcoma

Ludmilla Souza – Agência Brasil – São Paulo – O sarcoma, um tipo de câncer que pode acometer os tecidos moles, como músculo, gordura, tecido conjuntivo ou ósseo, normalmente é diagnosticado tardiamente por falta de conhecimento sobre o tema. Os principais sintomas, que são dores no corpo, são comuns a outras doenças e lesões, e exames iniciais, como raio-X, podem não ser suficientes para o diagnóstico.

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Brasil é o único país que utiliza o termo hanseníase para se referir à doença

A hanseníase é uma doença milenar, o seu histórico é antigo. Mas você sabia que o Brasil é o único país do mundo que utiliza esse termo para se referir à infecção? A explicação para isso é o grande estigma que a doença carrega. Isso porque, antigamente, os indivíduos que tinham hanseníase eram enviados aos chamados leprosários ou excluídos da sociedade, pois a enfermidade era vinculada a símbolos negativos como pecado, castigo divino ou impureza, sendo confundida com doenças venéreas. Por medo do contágio e por não haver cura na época, os enfermos eram proibidos de entrar em igrejas, por exemplo, e tinham que usar vestimentas especiais. O microrganismo causador da hanseníase foi identificado somente em 1873, pelo norueguês Armauer Hansen, que deu origem ao nome da doença. Com essa descoberta, alguns mitos foram derrubados. No entanto, o preconceito existe até hoje, sendo uma das principais dificuldades que os pacientes enfrentam. A boa notícia é que, atualmente, a doença tem cura e o tratamento é 100% eficaz, se feito corretamente. Segundo a coordenadora-geral de Hanseníase e Doenças em Eliminação do Ministério da Saúde, Carmelita Ribeiro Filha, os brasileiros devem ficar atentos a alguns sinais que podem ajudar a identificar a infecção.

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