“Galhinhos”, nova exposição de Mauricio Chaer, pode ser vista ate dia 28/02 no Centro Cultural

DE MOGI DAS CRUZES – Nesta sexta-feira (25/01), a partir das 8 horas, será aberta na Galeria de Artes Wanda Coelho Barbieri, no piso térreo do Centro Cultural de Mogi das Cruzes, a exposição “Galhinhos Entre Nós”, do artista plástico mogiano Mauricio Chaer. A mostra ficará aberta para visitação até o dia 28 de fevereiro, tem entrada gratuita e faz parte da programação do 6º Festival de Verão de Mogi das Cruzes.

A exposição revela a série mais recente de trabalhos de Chaer, com 18 obras no total, produzidas ao longo dos últimos dois anos. O processo de criação das peças teve início pela recolha, por parte do próprio artista, de galhos pertencentes a um cedro de seu próprio ateliê, no Botujuru e também de outros locais da cidade.

Imersos em parafina, esses galhos foram sendo moldados em estruturas delicadas e leves, depois amarradas e revestidas por coloridos fios de lã. Para garantir sustentação, as peças contam com base aramada. Como resultado, surgiram esculturas de diferentes tamanhos e versáteis, que remetem a elementos da natureza, como árvores, frutos e folhas.

O aspecto alegre e já característico das obras de Chaer se faz presente novamente nesse projeto, que mais uma vez prova como elementos simples podem ser convertidos em belas obras.

Sobre Mauricio Chaer

Mauriício Chaer é um nome de peso das artes plásticas de Mogi das Cruzes. Conhecido pelas curvas, volume e cores de suas peças, ele mantém um ateliê no bairro do Botujuru desde 1979 e tem obras instaladas em diversas cidades do país e até no exterior, em locais como cidades como Madri e Lisboa.

Em equipamentos e espaços públicos, as obras de Chaer também se fazem muito presentes. Ele é responsável, por exemplo, pela escultura da Praça Assumpção Ramirez Eroles, na Vila Nova Mogilar, bancos e outras instalações no Parque Centenário, a obra na Praça Monsenhor Roque Pinto de Barros, em frente ao Centro Cultural a obra Arabescos, no canteiro central da Rua Manoel Bezerra de Lima Filho, o monumento Amanhecer, na Avenida Júlio Simões, entre outros. A maioria é confeccionada em ferro e cimento e revestida com pastilhas vidrotil.

 

Fotos: Chaer / Arquivo Pessoal

Fachada Centro Cultural / Paulo Quaresma / CORREIO INDEPENDENTE